27 Previsões sobre o e-Commerce brasileiro em 2015.

em jan 23, 2015:por

Ricardo Jordão

Chief Marketing Officer da Rakuten Brasil, Fundador da BIZREVOLUTION, Criador do EPICENTRO, RainMaker e Escritor.
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O que vai acontecer no mercado brasileiro de e-commerce em 2015?

Eu fiz essa pergunta para dezenas de profissionais do ecommerce brasileiro que considero incríveis.

Alguns deles ainda estão de férias, ou em eventos fora do Brasil, e ainda não me responderam.

26 profissionais já responderam a minha pergunta falando sobre omnichannel, mobile, experiência do cliente, redução de custos, mídia, fidelização, nichos de mercado, tecnologias e muito mais.

Eu espero que a visão de negócios dessa turma incrível possa te ajudar a planejar melhor o seu 2015.

Confere:

“Não é ROI, é ROR – Return On Relationship. Em 2015 a maioria dos programas de marketing irão começar a medir o investimento em termos de ROR em vez de só olhar o ROI do dia a dia. É importante parar de pensar apenas no retorno imediato das ações de marketing e colocar na conta todo o relacionamento gerado a partir de uma ação!” Leo Cid Ferreira, CEO da Ad.Dialeto.

“Para 2015 vejo que, embora as previsões econômicas não sejam as melhores, o ecommerce não precisará driblar desafios como Copa e eleições. Vejo no entanto que a lógica simples de comprar share a qualquer custo perde fôlego e com isso a exigência de resultados na operação passa a ser maior.” Ronald Heinrichs, Diretor Geral da Meu Móvel de Madeira.

“2015 será um ano de altos e baixos. Na visão macroeconômica 2015 será pior que 2014. Por outro lado o varejo digital vai continuar crescendo na contramão de vários outros setores. Os varejistas que já tem uma boa estratégia online deverão começar a rever suas operações para torná-las lucrativas e o caminho passa pela integração de canais. 2015 será um ano onde os varejistas terão certeza que uma estratégia digital “customer centric” é necessária. 2015 será o ano dos dispositivos móveis. Mobile tem potencial para ser o grande integrador entre os canais.” Alexandre Soncini, Diretor de Marketing da VTEX.

“Desde 2007 quando iniciou a nova fase do e-commerce brasileiro, acredito que esse seja o primeiro ano mais difícil para fazer previsões. Tenho visto um movimento de grandes empresas querendo entrar nesse mercado e outras querendo acelerar ainda mais o seu crescimento, isso é muito importante para o aumento desse setor. Não acredito que teremos um crescimento muito alto de novos e-consumidores como tivemos nos últimos anos, principalmente por conta da classe C com mais acesso a internet e mobile, mas continuaremos com o crescimento médio de 20% ao ano em faturamento. Tambem acredito que o mobile deve continuar crescendo em participacao nas vendas.” Roney Almeida, Diretor de e-Commerce na Camisaria Colombo.

“A maior tendência deste ano, na minha opinião, é rentabilização do fluxo do site. Com a mídia cada vez mais cara e com 98,5% em média desse fluxo não se convertendo em vendas, rentabilizar este fluxo de alguma forma se torna obrigação. No último trimestre de 2014 começamos a ver algumas grandes operações, como Extra e Americanas, vendendo espaço de midia em seus sites via parceiros, como Google, Chaordic ou rede de afiliados como Criteo. A máxima de não incentivar o cliente a sair do seu site em hipótese alguma caiu em desuso. Essa é mais uma verdade absoluta do ecommerce que deixará de ser verdade em 2015.” Thiago Pereira, Gerente Geral do e-Commerce da Marisa.

“Em 2015 será necessário, muito mais inteligência em pegar o dinheiro do consumidor, o comportamento de compra já mudou, assim divulgue com mais precisão (isso custa caro), invista em recompra, afinal ele já seu cliente, você irá precisar ter um mix de produtos mais assertivo, formas de pagamento mais flexíveis, mas que não comprometam sua margem de contribuição, e melhore muito a experiência de entrega aos seus clientes, em 2015 pense, porque o cliente gastaria o dinheiro dele com você? A resposta tem que ser, porque minha loja é incrível!”Nelson Scoz, Gerente de Consultoria de eCommerce da Rakuten.

“2015 será um ano bastante desafiador para o varejo em geral. Tratando de e-commerce eu não acredito mais em investimentos sem fundamento apenas para geração de tráfego ou venda não rentável. Este ano será o ano da atenção ao detalhe. Fazer conta de retorno para tudo. Aproveitar ao máximo o que chamo de “novos canais dentro do canal”, como a exploração dos dispositivos móveis e social. É tentar vender para os clientes 24 hrs em todo lugar. Preço bom e serviço justo e adequado equilibrando rentabilidade será a equação para termos ou não um ano de sucesso.” Fábio Bonfá, Country Manager da Privália.

“Vejo no futuro, empresas que vendem produtos pela Internet, tentando entender mais de comportamento do que cliques. Compreender mais os porquês da navegação e com isso, aprimorar a expectativa do consumidor com a compra on-line. Também acredito em um cenário cada vez mais social, onde as pessoas serão parte dos e-commerces, não apenas como afilados, mas mais próximos de outros consumidores ajudando na decisão de compra.” Ana Paula Passarelli, Diretora de Inovação Criativa da Plano Feminino.

“Vejo 2015 com excelentes oportunidades para ajustar a casa. Com o cenário brasileiro pouco favorável, baixo crescimento, povo individado, aumento de impostos agregados de apagões, o varejista deve colocar seu foco de atenção no consumidor e desenvolver estratégias que gerem experiência favorável de compra, possibilitando maior oportunidade de recompra e com isso, baixando seus custos (altíssimos) de marketing. Todo eCommerce precisa abrir o olho para atender bem o consumidor, a experiência boa deve ser repetida na loja física, online ou mobile, o consumidor é único!!! Estimo crescimento de ao menos 20% no online, pois somos muito pequenos ainda e o simples fato da “migração” físico para o virtual já proporcionará este alto índice de crescimento por anos.” Rodrigo Schiavini, CEO da FBITS.

“O mundo não foi feito no tempo, mas sim com o tempo, ensinou Sto.Agostinho lá no século V. Em 2015 celebramos os 20 anos do e-commerce no Brasil e definitivamente, este não será um ano para amadores. Vai demandar profissionalização da gestão seja para quem está planejando subir uma loja online ou para quem já tem. Em tempos cinza é que há as melhores oportunidades de crescimento, mas isso exige mais execução, mensuração e habilidade para ajustar o que for, sem perder de foco a experiência de compra, por canal, do cliente. Aliás, em tempos cinza é sábio conhecer os seus clientes e saber como você pode agregar valor e não somente preço no que já foi vendido pra ele no passado por você.” Vivianne Vilela do eCommerce Brasil.

“2015 para mim é o ano em que acaba essa tentativa inútil de tentar determinar atribuição de ROI para cada uma das mídias. Nos últimos 5 anos a gente vem falando de tirar o peso do last click e distribuí-lo entre outros canais mas ninguém chegou, e provavelmente jamais chegará, a uma fórmula de atribuição justa. Será o ano em que o digital terá que ser considerado , finalmente, como parte integrante do todo. O ano em que o mercado terá que entender que aquela compra feita na loja física foi decidida no digital sem last click mas com muita informação, opinião de usuário, reclame aqui analisado, relacionamento, facilidade de trocas, etc. Acho que, finalmente, 2015 o mercado acordará pra isso tudo. Esse é um ponto. O outro ponto será o avanço do mobile. Não tenho dúvidas que nos próximos 5 anos o computador será uma ferramenta usada apenas em escritório. Quantas pessoas da sua timeline ainda abrem o computador a noite em casa? Poucas. E o número vai cair. Tudo vai pro Mobile!” Victor Popper, Presidente da AllIn.

“Acredito que 2015 será o ano de buscar rentabilidade, desenfrear a busca do crescimento PPR faturamento a qualquer custo e começar a trabalhar frentes que darão resultado e não so receita, na minha visão alguns pontos que melhorarão a rentabilidade dos e-commerce neste ano são: Omnichannel, integrar todos os pontos de contatos da loja/marca c os clientes; Market Place, quem tem tráfego gera receita quem tem estoque gera abastecimento Fullfilment e distribuição; Atendimento e fidelização, aumentar o ticket médio e a recompra na base, começaremos a olhar mais o Customer Life time Value.” Luiz Pavão, COO na Infracommerce.

“Eu acredito que 2015 será o ano do consumidor no e-commerce. O consumidor está cada vez mais exigente e neste ano, os e-varejistas terão que mostrar seriedade e transparência total nas suas relações. Aquele que não souber atender bem seu cliente, com certeza vai perder espaço no mercado.” Albert Deweik, Diretor de Vendas daNeoassist.

“O ano de 2015 será extremamente desafiador no Brasil para todos os segmentos de mercado, em grande parte, por conta das conjunturas políticas e econômicas brasileiras. Porém, pode ser um ano muito interessante para o e-commerce, que de acordo com o estudo realizado pela T-Index 2015 projections, aponta que o mercado brasileiro de varejo eletrônico vai assumir a 4a posição no ranking mundial, abocanhando 4,3% de market share. O forte crescimento do setor, ainda na casa dos 2 dígitos, o amadurecimento do mercado, o aumento da base de e-consumidores, fruto da entrada da nova classe media e a alta do dólar, que diminui o apetite do consumidor tupiniquim pela compra de produtos importados são os principais fatores que contribuirão para o fortalecimento das vendas on-line em 2015.” Élcio Santos, Diretor de Parcerias e Negócios da Aunica.

“Na Criteo nós acreditamos que 2015 será mais um ano positivo para o segmento de e-commerce com o aumento das compras através de dispositivos móveis e com os usuários passando mais e mais tempo acessando a internet através de múltiplos dispositivos. Trabalhando com milhares de anunciantes e editores, nós analisamos bilhões de transações, o que nos dá uma visão ampla do comportamento de compras online. Aqui há algumas previsões sobre o que os anunciantes podem esperar – e para o que devem se preparar – as complicações em relação à publicidade cross-device irão desaparecer com a viabilização de métodos mais precisos, o que nos levará a um aumento significativo nas vendas de varejo. A compra programática irá conduzir um rápido crescimento em publicidade nativa. Um número crescente de fornecedores de tecnologia já oferece serviços que irão ajudar os editores a integrar os anúncios do seu site ou do seu aplicativo para dispositivos móveis, da mesma forma com que o Facebook publica anúncios no Feed de Notícias. Em 2015, isso acontecerá com as tecnologias que constroem anúncios dinâmicos, impulsionando a demanda gerada através da compra programática.” Alessander Firmino, Gerente Geral daCriteo.

“2015 é um ano de cautela. É um momento de olhar para dentro de casa e refletir sobre como anda o business. Se questionar: estou fazendo o meu melhor na empresa? Meus clientes estão satisfeitos? Meu time está motivado? A minha rentabilidade esta adequada? Meus produtos ou serviços são bons? Tenho diferencial competitivo? O que eu faço que ninguém faz? Em inglês “What ‘s my unfair advantage? É necessário muito foco e fidelidade ao negócio para ter tudo isso em harmonia. 2015 é um ano de Oportunidades. Agir com cautela. Mensurar investimentos. Investir na formação da equipe. Otimizar custos e processos. Ganhar Market Share da concorrência. 2015 é o ano do Consumidor. Como você ouve seu cliente? O consumidor é cada vez mais exigente e reflete muito antes de colocar a mão no bolso. O cliente não compra um produto ou serviço, e sim um solução. Identifique a dor dos seus clientes e atue diretamente sobre elas. Cliente Satisfeito, indica mais Clientes. Caso não esteja satisfeito com estas previsões sugiro fazer duas perguntas ao seu Oráculo para tomar quaisquer decisões de investimento: Oráculo, se fizer isso “Conseguirei mais Clientes?” Oráculo, se fizer aquilo outro “Melhorará a experiência dos meus Clientes?” Caso a resposta seja SIM para quaisquer uma das perguntas você estará no caminho certo.”Fabio Pires, CEO da Internet Innovation.

“Com esse cenário de fraco desempenho da economia brasileira e pacote de ajustes para 2015, acredito que teremos um consumidor ainda mais cauteloso o que exigirá estímulos e muita criatividade, para um aumento expressivo nas vendas desse ano. Minha expectativa é de que teremos um ano de muitos desafios, com crescimento no volume de clientes e valor transacionado, além de um um acirramento na competição por novos clientes e manutenção dos atuais. Acredito que o gestor de ecommerce terá papel fundamental na obtenção dos objetivos estabelecidos, através da adoção correta de soluções e ferramentas eficazes que possam agregar valor ao negócio.” Vanda Dias, Gerente de e-Commerce da Hope Lingerie.

“Vejo 2015 como um ano onde o mercado de e-commerce passará por uma nova etapa de evolução, todos esperam um cenário político e econômico desfavorável e difícil, que traz junto grandes pressões por margem e resultados, exigindo do mercado mais responsabilidade, maturidade, e soluções criativas para a realidade de cada um.” Octávio Fabbri, Diretor de Inovação da Aunica.

“Levando em consideração que será um ano difícil para o Brasil por conta de juros altos (menos investimentos no varejo), desemprego, crédito difícil para o consumidor e etc penso que o e-commerce tem algumas oportunidades, desafios e ajustes. Pode ser um ano de enxugamento, para a conta fechar, e isso leva a corte de custos em pessoal, otimização da verba publicitária, trabalhar margem e diminuir o frete grátis, para os pequenos além disso aumentar os canais de vendas com os marketplaces, outro ponto é a fidelização dos clientes para aumentar a frequência de vendas. De qualquer forma penso que apesar de tudo será um ano de crescimento, talvez com uma taxa menor que os outros anos, 15% talvez, por conta da entrada de novos consumidores, e procura por ofertas, já que o bolso do consumidor estará um pouco mais magrinho.” Alexandre Crivellaro, Diretor Executivo do IBOPE e-Commerce.

“O comércio eletrônico continuará com crescimento acelerado, em torno de 20% ao ano. O acesso e as compras através de celular crescerá em ritmo mais acelerado, as empresas de comércio eletrônico que souberem aproveitar melhor este canal terão uma vantagem sobre concorrentes. O varejo físico terá que investir mais fortemente em usar aplicativos móveis que tragam novos clientes para a loja física que esteja navegando na Internet, em especial de smart phones.” Flávio Jansen, CEO daLocaweb.

“Eu acredito que 2015 é o ano do e-commerce! Nossa expectativa é que o varejo migre cada vez mais para o digital e quem não estiver dentro e bem estruturado vai perder terreno. Nosso olhar esta muito atento para Mobile, Mídias Programáticas e integração físico virtual de experiência de clientes, acho que estes vão ser os pilares do varejo digital em 2015.” Gabriel Lima, CEO da eNext Consulting.

“Em 2015, o e-commerce brasileiro irá superar todas as expectativas e vai fechar um ano de crescimento alto com boa rentabilidade. A experiência do consumidor será cada vez mais priorizada e as lojas virtuais avançarão na implementação de estratégias de personalização, omnichannel, mobile, big data e precificação dinâmica.” Luis Vabo Jr, CEO da Sieve.

“2015 será um ano desafiador para todos os mercados, inclusive para o varejo, por isso as empresas deverão se reinventar, quebrar paradigmas e incrementar a forma de vender. O e-commerce será uma grande alternativa para as empresas a enfrentarem a crise econômica. Em 2015, segundo o e-bit, o e-commerce deverá ter um crescimento nominal de 20%, atingindo um faturamento estimado de R$ 43 Bilhões, e segundo a projeção da T-Index, o Brasil deverá se tornar o 4° maior mercado de e-commerce do mundo, portanto a forma do varejista se comunicar com o consumidor terá que se tornar cada vez mais digital, concedendo ao cliente poder comprar onde, quando e como quiser. O m-commerce e o varejo omnichannel devem ser os grandes influenciadores deste crescimento.” Guilherme Lunardi, Diretor Comercial da JET e-Commerce.

“O que vai acontecer em 2015 eu não sei, mas tenho uma opinião muito bem formada do que deveria acontecer. Quando um gigante do varejo americano, como a Macy’s, decide unir os times que decidem as estratégias de loja física e eCommerce significa que algo muito transformador está acontecendo no mundo do varejo. Não é Mobile a bola da vez, muito menos ações segmentadas de eCommerce, ou novos layouts de loja física, é a experiência e jornada do consumidor que dita as regras. Não sei o quanto a mensagem está clara para você que está lendo, mas para mim não importa mais se o cliente fecha o pedido na loja física ou virtual, não interessa mais se o Mobile é a origem ou o fim, desde que o cliente compre, e com a melhor experiência do mundo. Os custos agora são unificados, os times pensando num só objetivo, os investimentos serão muito mais certeiros. Ferramentas estão vindo para potencializar essa disruptura, identificar o usuário em cada passo da jornada, trazer uma comunicação mais fluída e natural – ao mesmo tempo personalizada, sem super exposição. Modelos de atribuição funcionando para mandar mensagem na medida certa e na hora certa. Parece contra tudo o que temos por aqui, mas depende única e simplesmente de quem decide, decidir a favor do seu cliente.” Alessandro Gil, CEO da Rakuten Marketing.

“2015 sem dúvida será O ANO pra toda empresa que se propuser a fazer e-commerce relevante e diferente. Não caberá mais comoditização de lojas virtuais. A vida das lojas que fazem mais do mesmo será complicada… Indústria vendendo no B2C e o atacarejo serão consolidados como negócios saudáveis no e-commerce por terem um controle muito melhor das margens. 2015 também deve trazer um novo impulso na visão omnichannel e muitas empresas devem começar a desenvolver ações neste sentido de uma maneira mais consistente, com alguns projetos saindo do papel. Mobile vira ainda mais realidade, mas os lojistas ainda devem sofrer um pouco com a oferta de soluções mobile com bom custo x benefício. O frete grátis continuará a tendência de ser menos oferecido. A Black Friday, mais consolidada, levará os lojistas a fazerem o Natal antecipado (o que não deve ser muito saudável) e finalmente os Chineses emplacarão o 11/11 (Dia dos Solteiros) e morderão fatia ainda maior do mercado nacional.” Rodrigo Maruxo, CEO da Maruxo Consultoria.

“Otimismo no E-commerce para 2015. Porque estar tão otimista em meio ao um histórico de desaceleração da econômica no Brasil? O primeiro fator é que o e-commerce nacional fechou 2014 com faturamento de 35 bilhões de reais, somando 104 milhões de encomendas. O valor representa um crescimento nominal de 21% diante de 2013 segundo dados do e-bit. Apesar da desaceleração da economia, o e-commerce se manteve em alta. Segundo Fator, o comércio eletrônico brasileiro deverá manter um forte ritmo de expansão em 2015, especialmente na comparação com o varejo tradicional segundo a projeção do E-bit, o faturamento do e-commerce no país registrará um salto de 20% neste ano, atingindo 43 bilhões de reais. Último Fator, o ano de oportunidade para desenvolver novos canais e melhorar de alguma maneira a experiência do consumidor (e-marketing, e-commerce, omni-channel, mobile, etc). Sem deixarmos de ficar atentos com a tendência Content marketing no qual ganhará destaque em 2015.” Tiago Ferreira, Gerente de eCommerce na Jogê.

E ainda tem a minha previsão…

“O Brasil tem um ecossistema de ecommerce INCRÍVEL. Eu espero que os empreendedores por trás das operações de ecommerce de todos os tamanhos aproveitam as ferramentas de marketing, marketplace, personalização, omnichannel, precificação inteligente, mobile, gestão de mídia em Facebook e Google etc para transformar suas lojas virtuais em experiências digitais surpreendentes para o consumidor final. Por exemplo, a Amazon lançou o Amazon Prime em 2005! Até hoje, nove anos depois, nenhuma empresa brasileira de ecommerce foi capaz de inventar um serviço semelhante ao Amazon Prime. Quando alguém vai lançar algo semelhante, ou ainda melhor? A taxa de conversão do ecommerce no Brasil é 1%. Nas lojas físicas é 50%. Para a taxa de conversão pular de 1% para 20% – que seria mais do que incrível -, uma renovação completa se faz necessária. Eu espero que surjam gestores de ecommerce pensando fora da caixa para fazer algo diferente para obter um resultado diferente. O número de pessoas acessando a internet no Brasil cresce muito mais rápido do que o número de pessoas comprando na internet brasileira. Por que? Porque a experiência de compras na maioria das lojas virtuais não é boa. Falta informação, falta conteúdo, falta atendimento, falta personalização. Que o mercado vai crescer ninguém duvida, mas a direção que ele vai tomar depende das decisões que vamos tomar hoje. 2015 é o ano da gestão-na-ponta-do-lápis nas grandes lojas, da inovação nas médias lojas, do marketplace nas pequenas lojas, e da contínua invasão chinesa puxada pelo Aliexpress.” Ricardo Jordão Magalhães, ex-Diretor de Marketing da Rakuten. Fundador da BIZREVOLUTION, e Criador do EPICENTRO.

Fique de olho nesse post. Novas previsões a seguir conforme vão chegando por aqui.

2015 chegou!

Vamos fazer de 2015 o que nós queremos, ou invés de esperar alguma solução mágica de algum salvador da pátria.

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