5 dicas para trabalhar o ux de seu e-commerce

em abr 23, 2014:por

Victor Ferrante

Victor Ferrante é formado em Publicidade e Propaganda pela PUC-SP, fascinado por e-Commerce e design. Colaborador da eNext e NextEcommerce.
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UX e e-commerce tem tudo a ver, mas a usabilidade não se limita a isso, muito menos o profissional especializado nesse segmento, aqui compartilho com vocês modos de pensar a usabilidade, que me facilitaram muito à convivência com esse conceito:

1. Simplifique
“UX não é sobre o que adicionamos diariamente, e sim sobre o que diminuímos todos os dias.”

Arrancar os elementos que não são necessários na página, faz com que os usuários se sintam mais focados e atentos à tarefa que ele está fazendo somente, no caso do e-commerce a compra. Seu cliente está lá para comprar, não para ver um bannerzinho que se mexe e brilha.

Porque devemos colocar um monte de perguntas numa tela de sign-in ou de cadastro se podemo fazê-lo somente com um email e uma senha? Ou em alguns casos somente com uma senha?

Porque colocamos opções avançadas juntamente com as necessárias? Ou as respostas opcionais com as obrigatórias? Simplificar a UI nos permite fazer mais com menos kb

2. Mantenha sua cabeça aberta
“Libere sua mente, seja amorfo, como a água. Se você colocar água em um copo, ela se forma em um copo, numa garrafa a mesma coisa. A água flui e pode colidir que nada acontece. E Caso seu copo esteja cheio, não tendo espaço para fluir, esvazie-o primeiro.”

Quando você está para começar o design de um e-commerce, ou simplesmente de uma interface se afaste um momento dos preceitos. A magia do UX está aí, ele tem a capacidade de aprender das mais diversas indústrias, e se readaptar, conheça os seus usuários, o que eles fazem só então que comece a pensar nas boas práticas. Isso, é claro, necessita de um processo focado no usuário, mas o início, o “kick-off do ux” exige ser feita com a cabeça aberta.

Você pode e deve, seguir um processo de design próprio, contudo isso não te impede de personalizá-lo para cada cliente, é interessante ter um padrão, mas todos devem ser flexíveis, uma vez que cada cliente tem suas peculiaridades é justo que seu processo de criação respeite-as.

3. Desenvolva um estilo próprio
“Seja você mesmo, expresse o seu eu, tenha fé no seu trabalho, não vá atrás de outras pessoas com personalidades bem-sucedidas e duplique-as”

Pegue referências, inspire-se em outros designers, siga preceitos e melhores práticas mas nunca, jamais tente emular o estilo de trabalho de uma pessoa. Por emular quero dizer replicar exatamente, você deve ser uma personalidade única, faça os seus próprios designs e por favor, estique-os, adapte-os, extrapole os limites implícitos da área e inove. Quando você conseguir trabalhar assim, é só uma questão de tempo para as melhores práticas envolverem sua ideia. Somos nós que ditamos para onde vai o mercado, se todos os designers somente “copiar” uns aos outros, a tendência é que acabe os diferenciais, e num mundo sem diferenciais não há necessidade de design, são todos equivalentes mesmo.

4. Contextualize suas experiências
“Awareness não é uma escolha, uma demanda, e sim um estado de espírito, é onde se está sitiada a percepção”

Pensar em ux e não pensar na contextualização é a mesma coisa que andar na Av. Paulista de olhos fechados. Você vai trombar em um monte de preceitos e sabe-se lá aonde você vai parar, quem sabe você não para na rua e causa um acidente?

Conhecer seus consumidores e o contexto que os envolvem te permite desenhar a solução correta. Um aplicativo feito para um estagiário considerado da geração z não precisa e não deve ter todos os elementos que um app para a geração y ou x necessita para compreensão. Talvez uma engrenagem para mim me lembre de operação, ou processos enquanto para uma pessoa que nasceu em 2000 a engrenagem seja um símbolo universal das “opções, settings”.

5. Admita seus erros
“Erros são perdoáveis, contanto que sejam admitidos”

Está cheio de UX Designer por aí que são contra testes de usabilidade simplesmente porque eles sabem que vão haver falhas, eles estão na verdade só se auto-flagelando, não tem meio melhor para se desenvolver do que errando. É óbvio, perfeição não existe, mas quanto mais perto tentarmos chegar, melhor nosso trabalho.

Essas 5 dicas darão uma grande oportunidade de crescimento e desenvolvimento profissional na área de ux, espero que tenha sido uma leitura agradável e qualquer dúvida, comentário, e sugestão por favor compartilhe conosco nos comentários!

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