A experiência de compra móvel negativa irá desencorajar os futuros compradores?

em set 18, 2013:por

Anna Wagner

Cursa Publicidade e Propaganda na Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado. Atua desde 2012 na área de marketing, trabalhando com Startups na área de e-commerce e e-service. Atualmente é responsável pelo marketing na eNext Consultoria em E-commerce.
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O m-commerce no Brasil ainda está dando seus primeiros passos, porém, o crescimento no número de smartphones e a maturação do e-commerce estão ajudando a impulsionar as vendas através desses dispositivos.

Em um relatório sobre o estado do m-commerce no Brasil no primeiro semestre deste ano, a e-bit mostrou que as compras online representaram apenas 3,6% do total das transações de e-commerce no mês de junho. Mesmo sendo uma fatia pequena das vendas online, o percentual de junho representa um salto substancial em comparação ao ano de 2010. O e-bit mediu o crescimento a cada seis meses e descobriu que o share do m-commerce aumentou entre 100% e 200% entre esses períodos nos últimos anos.

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Os principais obstáculos na realização das compras via mobile parecem estar todos relacionados à experiência de compra e baixos investimentos dos varejistas em melhorias neste quesito. O estudo do Google  “Our Mobile Planet”, apresentado em fevereiro deste ano, descobriu que o tempo de load das páginas foram a principal barreira para as compras online, citado por  32,1% dos usuários de smartphone pesquisados. Apesar disso ser, parcialmente, um reflexo da qualidade e limitações da internet móvel no Brasil, é algo que os varejistas poderiam resolver, criando sites de compra para low-bandwith (banda reduzida).

De forma parecida, as soluções de design responsivo poderiam ajudar a superar o desafio das telas pequenas dos smartphones, das quais 29,2% dos entrevistados citaram como uma limitação na hora da compra. Isso também poderia colaborar com a falta de informação detalhada do produto ou serviço, que ficou em terceiro lugar no ranking das principais limitações do m-commerce.

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Apesar da ainda baixa aderência ao mobile commerce, e numerosas barreiras que diminuem o crescimento dessa tendência, os compradores online que já aderiram a pratica parecem fiéis a ela. O estudo do Google descobriu que 40,8% dos compradores via smartphones no Brasil, realizaram compras através desses dispositivos ao menos uma vez por semana, e 23% realizaram ao menos uma vez ao dia.

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Os dispositivos móveis certamente apresentam mais limitações na hora da compra, em comparação aos tradicionais computadores. Porém, o crescimento no número de smartphones no Brasil, juntamente com o crescimento do e-commerce no país, deverá motivas os varejistas a dedicarem maiores esforços e investimentos no m-commerce, na esperança de atrair compradores mais receptivos.
Fonte: eMarketer

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