Aumento das compras pela internet pressiona redes de logística

em ago 30, 2016:por

Redação Next Ecommerce

O Nextecommerce é um canal para compartilhar idéias sobre as tendências e novidades que encontramos e produzimos no mercado.
Artigo  contéudo

O aumento das compras pela internet intensificou a pressão sobre as redes de logística, obrigadas a se adaptar a uma operação mais complexa, tanto no Brasil quanto no exterior.

O prazo médio de entrega das encomendas no Brasil, porém, subiu 35% entre 2013 e 2015, segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm). A política de frete grátis também foi revista pelas empresas, passando de 56% para 42% no período, de acordo com levantamento da Ebit/Buscapé.

As lojas virtuais culpam principalmente os Correios pelos resultados. “A qualidade do serviço tem piorado muito nos últimos anos. Os Correios não acompanharam o crescimento do setor”, diz Maurício Salvador, presidente da ABComm.

Em crise, a estatal teve prejuízo de R$ 2,1 bilhões no ano passado. O presidente interino, Michel Temer, estuda compartilhar a gestão de algumas áreas da empresa com a iniciativa privada. Um dos focos é a parte de logística.

Embora a estatal ainda domine o mercado, sua participação vem caindo: se, em 2013, 93% das lojas virtuais usavam a empresa, em 2015, este número caiu para 87,5%.

De olho no aumento das compras on-line e no espaço aberto pela estatal, surgem novas transportadoras privadas e outras aumentam sua participação. O movimento intensifica a pulverização do mercado, com grande número de empresas regionais.

A Dafiti, uma das maiores lojas virtuais do Brasil, conta com 20 transportadoras para fazer entregas, o que reduz a dependência dos Correios, diz Thibaud Lecuyer, sócio e fundador da companhia.

Para ele, a estatal possui um “diamante nas mãos”, que é sua abrangência nacional, mas precisa “lapidá-lo.”

A gigante americana FedEx, com atuação em mais de 220 países, aumentou sua presença no Brasil neste ano com a aquisição da rival TNT.

O plano da empresa é aumentar sua participação no comércio eletrônico doméstico e internacional, afirma Juan Cento, presidente da divisão América Latina da FedEx Express.

O segmento é a principal aposta da estratégia global da empresa, que tem como termômetro o mercado norte-americano, onde o comércio eletrônico é mais forte.

Em Memphis, onde fica um dos principais centros de operação da companhia no mundo, o aeroporto é praticamente fechado de madrugada para processar e enviar os pacotes para destinos domésticos e internacionais.

“Há oito anos, o recorde de entregas em um dia era de 10 milhões de pacotes. No ano passado, tivemos três dias que superaram os 25 milhões”, diz Patrick Fitzgerald, vice-presidente de marketing e comunicação da FedEx.

Fonte: Folha Uol

veja também:

Como obter um diferencial e recompensar os clientes do seu e-commerce

Por: Alejandro Vásquez, cofundador da Nuvem Shop e diretor de CONTINUAR LENDO…

artigo-conteudo3

Geração “Y” de consumidores demanda muita atenção de varejistas

Por: Juan Pablo Uma estratégia móvel robusta nos dias atuais CONTINUAR LENDO…

Consumidores multicanal: a nova tendência do varejo

Por: Pedro Ivo Martins O consumidor mudou, online e offline CONTINUAR LENDO…

artigo-conteudo

5 métricas fáceis de analisar que ajudam a crescer uma fan page

Por: Camila Porto As principais dificuldades apresentadas pelos empreendedores e CONTINUAR LENDO…

Deixe um comentário

O que achou do conteúdo? Compartilhe sua opinião:

Gostou do nosso conteúdo?

Deixe seu e-mail aqui e receba as novidades do mercado

Calendário