B2W fatura quase 25% do e-commerce brasileiro

em ago 10, 2015:por

Redação Next Ecommerce

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O mercado brasileiro de e-commerce continua a crescer a passos largos. Em 2014 as vendas do varejo virtual brasileiro cresceu 24.4%, um crescimento nominal de quase 3 bilhões de dólares, de acordo com o 31º Relatório WebShoppers do e-bit informação. Contudo, mesmo com o mercado crescendo como um todo, são as gigantes do mercado que estão batalhando para arrancar o market share da concorrência e assumirem o direito de ser as maiores do mercado. No Brasil, especificamente, os 3 maiores varejistas – Walmart, CNova e B2W; parecem destinados a crescerem ainda mais.

Atualmente os 10 maiores do Brasil: B2W Digital, Cnova (Nova Pontocom), Máquina de Vendas, Wal-Mart Latin America, Netshoes, Magazine Luiza, Saraiva e Siciliano, Fast Shop, Dafiti and TaQi; geraram juntos, um montante de vendas que cresceu 23,8% no último ano – quase 2 bilhões de dólares de crescimento nominal. Eles 10 sozinhos contabilizaram a marca de 70,3% de todas as vendas do e-commerce brasileiro em 2014 e 71,1% das vendas dos 300 brasileiros rankeados no “Latin America 500″ da Internet Retailer. Quado falamos de valores absolutos, os 300 maiores quase alcançaram a marca de 14 bilhões de dólares.

Mas é a B2W, Cnova e o Walmart que estão por cima da carne seca mesmo, contabilizando quase metade de todas as vendas virtuais no Brasil os 3 combinados tiveram uma participação de 48,3% no mercado de e-commerce brasileiro. “Existem marcas grandes e estabilizadas no e-commerce, elas possuem o tempo, energia e recursos para manter-se na liderança e crescer no Brasil,” Diz Zia Daniell Wigder, vice-presidente e diretor de pesquisas da Forrester Research Inc. “Caso esses varejistas não consigam dominar o mercado como um todo, ao menos eles serão os destaques e quem construirão os maiores e melhores sites, que pescarão muitos compradores brasileiros e mantendo-os comprando.”

B2W, a maior do Brasil, foca seus esforços em atrair mais compradores em diversos caminhos, inclusive por expandir mix de produtos; campanhas de frete grátis e expresso; e por soluções mobile. Em 2014, B2W aumentou seu faturamento em 30,7% para um montante de 3,5 bilhões de dólares, um aumento de quase 800 milhões em valores absolutos. Sozinha, a B2W contabiliza 24,4% de todo o mercado de e-commerce brasileiro, e a empresa que vende online desde 1999 está mandando fortes sinais de que pretende se manter líder de mercado. “Nós estamos no início da operação, em um estágio que é mandatório continuar investindo nos pilares do negócio, para capturar o máximo de oportunidades possíveis no mercado LatAm”, Anna Christina Ramos Saicali, CEO da B2W, escreveu em uma recente mensagem para os seus shareholders.

Nos últimos anos, especialmente em 2014, a B2W fez investimentos pesados para adicionar mais produtos ao seu mix, em uma investida para diversas categorias com o objetivo de abranger outros nichos de mercado. A empresa, que possui aproximadamente 700 mil produtos em mais de 35 categorias, que vão desde livros, CDs/DVDs e Games até Móveis, instrumentos musicais, e produtos para escritório (nesses números estão incluídos produtos vendidos em seus marketplaces, embora não haja nenhuma informação especificada somente com dados do marketplace B2W). “Nós trabalhamos muito duro e investimos muitos recursos na integração da nossa plataforma de negócios e na criação de uma infraestrutura operacional sólida, a qual nos permite operar através de uma estrutura multicanal, multimarcas e multinegócios.” Saicali adiciona à carta.

Em Setembro a B2W completou a aquisição da Direct, empresa logística brasileira especializada na entrega de pequenos produtos. A Aquisição foi parte de um investimento de 188,7 milhões da varejista em logística e tecnologia em 2014 e a última na série de investidas da B2W para otimizar sua logística e fullfilment no Brasil, onde o ecommerce está destinado a enfrentar ruas esburacadas, pequenas e sem infraestrutura em diversas áreas. A B2W Digital também diz que planeja abrir no mínimo 7 centros de distribuição e 9 hubs até 2016. Entre aquisições e abertura de mais espaço para fulfillment, a empresa agora diz ser apta a entregar por todo o território nacional, um feito e tanto. “Nós queremos estar cada vez mais perto da casa de nosso consumidor” – Diz Saicali.

Os maiores varejistas do Brasil continuarão batalhando entre eles pelo market share. Mas a janela de oportunidades não se manterá aberta por muito tempo, mesmo para as maiores, as que dominam o mercado, as lojas de topo precisam ainda conseguir mais consumidores: com as melhores ofertas, maior inventário de produto, melhor serviço ao consumidor e fulfillment.

Top 5 Brazilian Market

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