Gaúchos lideram vendas do e-commerce no Sul

em fev 22, 2017:por

Redação Next Ecommerce

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Os consumidores gaúchos responderam por quase 40% da receita com vendas on-line na região Sul em 2016. Os gastos somaram R$ 2,9 bilhões, 6,5% da cifra total movimentada pelo e-commerce no ano passado, que chegou a R$ 44,4 bilhões, segundo o relatório Webshoppersa da Ebit, empresa que faz a apuração mais completa das transações de consumidores no Brasil. O setor sentiu o freio no ano passado, com avanço nominal de 7,5%, ante uma inflação oficial de 6,29%. Para 2017, a projeção é de alta de 12%, o que pode elevar o fluxo a R$ 49,7 bilhões.

Depois do Rio Grande do Sul vem o Paraná, com 35,17%, ou fluxo de R$ 2,6 bilhões. Santa Catarina ficou em terceiro lugar, com gastos de R$ 2 bilhões, ou 26,35% do quadro do e-commerce na região. Com 38,5% da receita dispendida nos pedidos on-line, os internautas que residem no Estado compram mais itens de moda e acessórios, com 15,4% dos volumes demandados. Logo depois vem eletrodomésticos (13,8%), seguidos por móveis (11,8%).

Na comparação com o total da região, há mudanças no perfil de consumo, segundo a Ebit. Nas duas primeiras posições, as categorias se repetem, mas nas seguintes ocorrem trocas de posições. Assinaturas de livros estão na terceira posição, e celulares, na quarta, enquanto aparece em sexto no rol de prioridades dos gaúchos, que têm cosméticos na preferência. No País, moda e acessórios e eletrodomésticos também lideram. O CEO da Ebit, Pedro Guasti, considera que maior população e renda podem explicar a liderança do Estado. O perfil de gastos, considerando os principais itens, alinha-se ao padrão geral de consumo.

Guasti cita que o ano foi difícil para todo o varejo, mesmo que o on-line tenha desempenho positivo frente à queda em muitos segmentos físicos. “O e-commerce sofre quando os consumidores perdem o trabalho, sobem os juros”, frisa Guasti, citando as marcas de 2016. O País superou a marca de 12 milhões de brasileiros sem ocupação, e as restrições de crédito aumentaram, limitando compras feitas com cartão. Entre 2003 e 2013, o setor cresceu, em média, 30% ao ano, que refletiu a novidade e escalada de um segmento recente. Em 2014, reduziu o ritmo e ficou em 25%, em 2015, cresceu 15%. Para 2017, a expectativa é de taxas menores, o que deve melhorar a condição nas parcelas.

A pesquisa aponta ainda que reduziu a frequência de compras, o que restringe até a comparação sobre mais alternativas de itens. Ainda há muita busca de mercadorias usadas e móveis. Serviços de alimentação são um desafio de segmento a ser incorporado em maior volume. Guasti associa maior crescimento à limitação na logística de entrega rápida. Sobre a distribuição das vendas, a Ebit aponta que está ocorrendo uma desconcentração do Sudeste, associada à expansão do acesso à banda larga e telefonia móvel. Também se verifica essa “democratização”, segundo Guasti, no crescimento do interior frente a capitais. A pesquisa se baseia em medições com os consumidores após a compra efetivada e em acesso a dados de 60% do total das vendas on-line no País.

Fonte: Jornal do comércio

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