MasterCard SpendingPulse: novembro registra a maior queda no varejo desde 2009

em dez 22, 2015:por

Redação Next Ecommerce

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Graças à Black Friday as vendas do comércio eletrônico mantiveram-se como um dos poucos pontos chamativos no cenário varejista, de acordo com o SpendingPulse, relatório mensal sobre o varejo da MasterCard. O e-commerce cresceu 15,7% em relação ao mesmo período do ano anterior, elevando o crescimento dos últimos três meses para 9,1%, abaixo dos 11,8% do terceiro trimestre. Os setores de eletrônicos e artigos farmacêuticos tiveram um desempenho superior à média do canal de distribuição, enquanto o setor de móveis, vestuários e hobby & livraria ficaram abaixo do crescimento do canal.

Além disso, o e-commerce ainda supera com folga o total de vendas no varejo, que, excluindo automóveis e materiais de construção, caiu 10,9% em relação ao mesmo período do ano anterior, no que é considerado o maior declínio desde 2009. O estudo ainda aponta que três dos sete setores tiveram crescimento acima do indicador de vendas totais: artigos farmacêuticos, material de construção e artigos de uso pessoal e doméstico. Os setores de vestuários, supermercados, móveis e eletrodomésticos e combustíveis tiveram desempenho abaixo.

No último trimestre, as vendas no varejo caíram 8,0% em relação ao ano anterior, abaixo do declínio de 5,6% no terceiro trimestre. O primeiro semestre de 2015 apresentou redução de de 1,9% em relação ao mesmo período do ano passado, enquanto no período de julho a novembro houve queda de 6,9% em relação a 2015, o que ilustra o quanto o crescimento desacelerou nos últimos meses .

O Black Friday, que foi marcada por promoções tanto em lojas físicas quanto online, resultou num aumento temporário das vendas. As vendas do final de semana da promoção (quinta-feira ao domingo da liquidação) caíram 1,1% nas vendas totais do varejo; enquanto as do e-commerce cresceram 21,7%. No entanto, os ganhos não foram suficientes para aumentar as vendas totais do mês de forma significativa.

“O ambiente econômico brasileiro ainda enfrenta grandes desafios e continua a deteriorar-se por conta do aumento da taxa de desemprego, inflação alta e um conturbado ambiente político”, afirma Kamalesh Rao, diretor de pesquisa econômica da MasterCard Advisors. “Há pouca razão para acreditar que a situação vá ter uma reviravolta em curto prazo”, acrescentou.

Regiões brasileiras: Nenhuma região conseguiu registrar números positivos. As regiões Norte (-9,7%), Nordeste (–8,8%) e Centro-Oeste (–8,1%) tiveram desempenho acima da média, enquanto Sul (–12,1%) e Sudeste (–11,5%) ficaram abaixo do registrado pelo varejo, na comparação com o mesmo período do ano anterior.

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