Preço e Qualidade, o que é mais decisivo?

em mar 27, 2014:por

Redação Next Ecommerce

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Estamos presenciando várias transformações em curso no diversificado mundo dos negócios e dos empreendimentos. Como falou Lulu Santos, nada do foi será de novo do jeito que já foi um dia. Isso na voz da Zizi Possi é ainda mais bonito, você não acha?

Nos mares corporativos, o que mais tem são ondas de todo tipo e tamanho. Onde há farol, a luz ilumina criativas propostas de valor, experiências significantes, comunicação transmídia e muita storytelling.

Em paralelo às novas realidades dos mercados, preço e qualidade, por longo tempo, têm polarizado as escolhas e as estratégias orientadas para criar mercados, fechar negócios, perenizar as operações.

Podem não ser mais como eram, mas permanecem como varáveis relevantes de produtos e serviços produzidos e consumidos, seja no ambiente físico seja no virtual.

A via do preço tem um traçado direto em três pistas: uso racional de insumos, gestão paranoica de custos, margens espartanas. Não é fácil, mas é lógico: criando na origem percepção de preço baixo, na ponta a percepção seria de valor alto.

É a lógica do volume, em detrimento da margem. Um ganho pequeno por unidade, um ganho expressivo na quantidade produzida.

O problema é quando intenção não casa com execução. Um pequeno atalho ou deslize, já basta para desequilibrar a equação de valor. O preço pode ser nominalmente atrativo, mas o produto ofertado será percebido com valor inferior.

No arredondado mundo dos negócios, a via da qualidade naturalmente se posiciona na direção oposta. Seu código se baseia em diferenciação, customização, valor agregado.

Também aqui se depende de boa gestão de insumos, custos e processos, mas o norte do negócio é a percepção de valor agregado na origem e no destino. Qualidade superior na concepção, no produto finalizado, na experiência de compra, no prazer de consumo.

Volume faz parte do tempero na opção por qualidade, mas quem comanda o sabor do prato é a margem unitária. Subdimensionar um ou sobrevalorizar outra afeta o delicado equilíbrio que une variáveis complementares.

Mercados não são unidimensionais. Há tanta pluralidade de interesses e necessidades quanta variação de renda e de poder de compra. O que decide?

Preço tende a ser vital se o número de potenciais interessados é expressivo, mas a renda discricionária limitada. Qualidade fará a diferença em mercados de menor amplitude, porém com alto poder de compra.

Preço e qualidade não são excludentes, mas complementares. O desafio é criar, integrar e gerenciar as várias nuances que os mercados propiciam e os clientes esperam, entregando valor através do equilíbrio entre preço, qualidade e experiência de consumo.

Por: Alfredo Duarte

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