Serviços e software entram na mira de investidores

em abr 01, 2014:por

Redação Next Ecommerce

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As companhias novatas de comércio eletrônico já não são as únicas a atrair a atenção de fundos de venture capital e investidores-anjos. Nos últimos meses, empresas de serviços online e de software tornaram-se alvos de investidores especializados no setor de tecnologia. Gustavo Caetano, presidente da Associação Brasileira de Startups, disse que companhias de software e serviços voltados aos setores da saúde, educação e financeiro são as mais assediadas.

Este mês, a A5 Internet Investments, fundo brasileiro voltado a negócios digitais, fez um aporte de R$3,5 milhões na Colab.re, rede social que permite a governos receber propostas de projetos e avaliação de serviços públicos pela comunidade, Bruno Aracaty, sócio-fundador da Colab.re, disse que o serviço já oferece às prefeituras estatísticas e software de gestão de relacionamento, mas vai investir os recursos em novas ferramentas.

A A5 também fez um aporte de R$5 milhões na E2E, empresa que desenvolve sites de comércio para grandes marcas, como Coca-Cola Clothing, Colcci, Triton e Forum. Paulo Humberg, sócio da A5 Investimentos, disse que o Brasil ainda tem um cenário positivo para investimentos em companhias novatas. “Quem tinha pressa em ter resultados saiu, mas isso não é ruim porque o setor precisa de investidores de longo prazo”, disse.

A Bertelsmann Brasil, subsidiária do grupo alemão de média e serviços Bertelsmann e a Bozano Investimentos, por sua vez, anunciaram este mês a criação de um fundo de R$60 milhões para investir em empresas que desenvolvem tecnologias para área de educação. “O Brasil é um dos maiores mercados de internet e de educação e as perspectivas para os próximos anos são favoráveis”, disse Thomas Mackenbrock, CEO da Bertelsmann Brasil.

Hernán Kazah, sócio da Kaszek Ventures, lançou recentemente um fundo de US$135 Mílhões para investir em companhias novatas na América Latina. Ele disse que negocia investimentos em três companhias brasileiras e que no alvo estãp empresas novatas que desenvolvem tecnologias voltadas a dispositivos móveis.

A Intel Capital, por sua vez, busca principalmente empresas que desenvolvem software para análise de grandes volumes de dados ou programas de gestão para empresas, disse Alexandre Vilela, diretor de investimentos da Intel Capital. No ano passado, a companhia fez aportes na Geofusion, na WebRadar e na Mandic. Os grupos Pinnacle Ventures, Redpoint eVentures e Qihoo360 Techonolgy também fizeram sua aposta na área de software, com um aporte de US$30 milhões na PSafe, de antivírus.

Na área de serviços online, a corretora online EscolherSeguro recebeu em fevereiro um aporte entre R$3 milhões e R$10 milhões da Warehouse Investimentos e de outros investidores. No mesmo mês, o site de serviços imobiliários VivaReal recebeu um aporta de US$28 milhões da Dragoneer Investment Group. Entre as companhias que receberam os maiores aportes este ano está o serviço de viagens online Hotel Urbano, que recebeu investimento de R$120 milhões da Tiger Global Management. “Esses investimentos são uma evidência de que as boas empresas em mercados em crescimento ainda são atraentes para investidores estrangeiros”, disse Pamela Granoff, sócia da Brazil Founders, entidade que reúne 400 investidores e startups, incluindo grupos como Google, Twitter e Microsoft.

Na contramão, o grupo de investimentos TMG fez seu primeiro aporte na área de comércio eletrônico. Por meio do fundo TMG Fund IIm a TMG investiu este mês R$30 milhões na OQVestir, especializada no comércio eletrônico de moda. Como parte do acordo, o fundo terá 20% de participação na companhia. “Temos olhado o comércio eletrônico há alguns anos. Espero que seja o primeiro de muitos investimentos na área”, disse Paulo Teixeira, sócio da TMG, que administra fundos no total de US$400 milhões. Isabel Humberg, sócia fundadora da OQVestir, disse que os recursos serão destinados ao financiamento de projetos de vendas de itens de áreas como moda masculina e jovem. A meta da companhia é dobrar a receita este ano, chegando a R$100 milhões em 2015.

Por Folha de S. Paulo

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