Site garimpa roupas da moda no Bom Retiro

em jul 18, 2014:por

Redação Next Ecommerce

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fashfinds

Conhecido polo nacional de confecção, o Bom Retiro (zona central de São Paulo) atrai compradores de todo o Brasil atrás de pechinchas no atacado e no varejo. Foi buscando peças para seu armário que a empresária Marília Martins, 33, decidiu abrir uma loja virtual para oferecer roupas da moda encontradas no bairro para consumidoras de todo o país. O Fashfinds comercializou 2.500 unidades em 2013.

Para quem procura preços de lojista, a página Moda em Atacado faz a ponte entre fornecedores do Bom Retiro e varejistas e grupos de compra. O site, criado há sete anos, vende cerca de 5.000 peças por mês.

O Fashfinds entrou na rede em dezembro de 2012, e precisou de um investimento inicial de R$ 300 mil. O diferencial de sua loja virtual é selecionar as peças conforme sua qualidade e as tendências da moda, diz Martins.

“A ideia era ser o mais democrática possível, oferecendo uma alternativa para quem não abre mão de ter uma peça bacana, mas não quer gastar tanto comprando no shopping.”

No seu site, há produtos que custam entre R$ 20 (colar) e R$ 350 (conjuntinhos). Em todo o ano passado, Martins estima ter vendido cerca de 2.500 peças. Ela diz que parte importante de suas vendas é feita por consumidoras do Nordeste.

Para vencer a concorrência de outras lojas virtuais, a empresa precisa de divulgação. “O faturamento mensal varia bastante, dá pra sentir a diferença quando a gente consegue investir em divulgação e quando não dá”, afirma.

Página vende 5.000 peças por mês para varejistas e grupos de compra
O Moda em Atacado foi fundado há sete anos com a proposta de ser um canal entre fornecedores do Bom Retiro e varejistas de todo o país. O empresário Leonardo Chung, 31, conta que, no início, foram gastos cerca de R$ 500 mil para começar o negócio. De lá pra cá, com melhorias e ampliações do serviço, os investimentos já chegam a R$ 2 milhões.

Em média, são vendidas 5.000 peças por mês, a preços que vão de R$ 10 (camisetas) a R$ 200 (vestidos de festa). Para organizar as transações entre fornecedores e compradores, há sete funcionários na equipe, além dos dois sócios.

“Pode não parecer, mas manter um site próprio é oneroso, você precisa investir em mão de obra, divulgação, fotografia, inspeção de compra. Para empresas menores, isso seria fora de realidade”, afirma.

A maioria dos compradores do Moda em Atacado são comerciantes, diz Chung. No entanto, é possível também fazer compras usando o CPF, contanto que seja respeitado o valor mínimo estipulado pelas marcas fornecedoras.

As notas fiscais são emitidas pelos fornecedores, que são responsáveis pelos procedimentos de troca, se for necessário. O Moda em Atacado cobra uma comissão sobre as vendas, que varia de acordo com o produto. A empresa não revelou o percentual cobrado nem o faturamento da empresa.

Negócio virtual exige estrutura para divulgação e logística
O especialista em comércio online de moda Luiz Pavão acredita que o negócio tem potencial para crescer, mas quem quiser se aventurar no ramo precisa suprir dois dos pontos fracos de atacadistas populares: apresentação dos produtos e logística.

“O primeiro envolve caprichar na apresentação do produto: fazer as fotos com profissionais qualificados, o que implica na contratação de modelos e de serviços adjacentes (maquiagem, cabeleireiro). Depois, a imagem precisa passar por tratamento digital, e por aí vai. São coisas que os lojistas não estão acostumados a fazer”, avalia Pavão.

Em relação à logística, é preciso levar em conta que o ambiente virtual é automatizado apenas no momento da venda. O consultor lembra que o sucesso do negócio depende de uma estrutura organizada.

“É preciso desenvolver um método para organizar os fluxos de venda e os estoques, o que inclui departamentos de tecnologia, financeiro, de controle de vendas, de estoques e canais de relacionamento.”

Fonte: Uol

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