Start-up lança atendimento em vídeo

em abr 08, 2015:por

Redação Next Ecommerce

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Lançada há dois meses, a Viddheo permite que empreendedores tenham um canal de comunicação direto com seus clientes

Os vendedores de produtos que exigem uma demonstração, por exemplo, têm dificuldade em fazê-lo pela web. Há pessoas, ainda, que não são adeptas da tecnologia e sofrem para fazer compras pela internet. Uma empresa de Florianópilis, lançada há dois meses, propõe uma solução aos dois problemas: é a Viddheo, que oferece infraestrutura para atendimentos online por videoconferência, bem como possibilita que vendedores possam demonstrar seus produtos.

A Viddheo surgiu de uma ideia do catarinense Diego Wagner, 27 anos. Ele também lidera a Siga o Rastro, que oferece serviços de consultoria em vídeo para empreendedores. Wagner percebeu que poderia usar a tecnologia da Siga o Rastro em outro negócio: o atendimento online e imediato de consumidores. Tal suporte já existe há algum tempo, mas sempre por meio de mensagens de texto. O empreendedor também constatou que pequenas empresas usavam ferramentas como o Skype e o Google Hangouts para fazer videochamadas. “Queríamos uma solução que estivesse nos sites de quem nos contratasse e que ninguém precisasse instalar nada”, afirma.

A ideia para a criação do negócio surgiu em agosto de 2014. Como a outra empresa de Wagner já era voltada para soluções em vídeo, bastou adaptar a tecnologia já existente. Dois meses depois, a nova startup lançava sua versão beta. Em fevereiro deste ano, a Viddheo foi lançada oficialmente. Na Viddheo, Wagner tem como sócios o sul-mato-grossense Diego Cordovez, 29, e o paulista Victor Canezin, 26.

Quem acessa o site dos clientes da Viddheo pode, pela própria página, solicitar o atendimento. “As páginas ganham uma janela. Basta o usuário clicar e a sessão começa”, diz Wagner.

Segundo Wagner, o público da Viddheo é composto por três setores: e-commerces, empresas que têm produtos que exigem demonstração e imobiliárias. Tais nichos são o alvo da startup pela videoconferência em si e por outros dois outros recursos disponíveis para os clientes. O primeiro, chamado de “cobrowser”, permite que o atendente possa controlar o computador do cliente. Assim, é possível ajudá-lo a realizar alguma etapa do processo de compra, levando-o a uma determinada página, por exemplo. A segunda é o chamado “compartilhamento de arquivos”. Voltado para empresas que vendem produtos que exigem demonstração, o recurso permite que o atendente mostre, por exemplo, uma apresentação para seu cliente.

A Viddheo cobra o valor fixo mensal de R$ 300 de seus clientes. O valor contempla 50 horas de videoconferência. Se o tempo for ultrapassado, a startup cobra 5 centavos por minuto adicional.

Hoje, a Viddheo tem cinco clientes pagantes. Até o fim do ano, a meta da empresa é chegar a 90 parceiros e um faturamento de R$ 100 mil. A expectativa é que, nos anos seguintes, o número de clientes e a receita cresçam exponencialmente. “Atualmente, os e-commerces não se importam tanto com a fidelização de quem compra nas lojas, mas isso vai mudar. E um atendimento mais bem feito, com vídeo, vai ser importante para essa retenção.”

POR PEGN

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