Tecnologia para identificação de produtos pode otimizar operação logística

em jan 20, 2016:por

Redação Next Ecommerce

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Estoque - divulgação GS1-site

A uniformidade das informações eletrônicas vinculadas aos produtos é fundamental para evitar erros na hora de validar os dados de sua empresa junto ao fisco e otimizar sua operação logística. Uma identificação única e padronizada de produtos aliada ao código de barras  possibilita a gestão completa do estoque e o acesso a uma série de informações do produto, garantindo a informação única e consistente desde a saída da indústria, passando pelo distribuidor e varejo até chegar ao consumidor final.  


“Uma identificação simples do produto aliada ao código de barras já auxiliaria na grande maioria das necessidades, pois o próprio código de barras utilizado para atender ao cliente pode ser usado para garantir o controle automatizado de estoque e itens faturados, peça fundamental para a geração do Bloco K”, explica Ana Paula Vendramini Maniero, gerente de negócios da GS1 Brasil.


O padrão de código de barras mais conhecido e usado no mundo é administrado pela GS1. Este código de barras armazena o GTIN (Número Global de Item Comercial), que é o número único do produto. Essa numeração, licenciada mundialmente pela GS1, garante a identificação única e inequívoca do produto em toda a cadeia de suprimentos e  é uma chave importante para a gestão da movimentação deste produto nos estoques e cadeia e também para o preenchimento da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) e a Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e), pois dá acesso aos dados cadastrais da mercadoria (descrição, preço, classificação fiscal, impostos etc).


Além do código de barras que auxilia na automação, as empresas também podem optar por utilizar a radiofrequência (RFID) como facilitador. Esta ferramenta pode desempenhar papel importante durante o período de adaptação à obrigação do Bloco K. Isso graças ao Código Eletrônico de Produto (EPC), solução criada pela GS1 para padronizar as informações armazenadas na tecnologia portadora de dados RFID.

A tecnologia permite a captura da identificação de produtos em alta velocidade, sem precisar do contato visual do produto, o que permite inventariar grandes quantidades com precisão e integridade da informação. “Essa padronização garante que os dados sejam confiáveis em toda a cadeia, além de facilitar a automação dos processos”, destaca o presidente da Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil, João Carlos de Oliveira.

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