Transações no comércio eletrônico devem chegar a R$ 43 bilhões neste ano no país

em mai 21, 2013:por

Anna Wagner

Cursa Publicidade e Propaganda na Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado. Atua desde 2012 na área de marketing, trabalhando com Startups na área de e-commerce e e-service. Atualmente é responsável pelo marketing na eNext Consultoria em E-commerce.
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Brasil Econômico: A crescente facilidade de acesso ao crédito no mercado de e-commerce é fator decisivo para a expansão dos negócios

 

Levantamento feito com 8 mil lojas revelou que 5,6 milhões de pessoas fizeram a sua primeira compra virtual no 1º semestre de 2012

 

Para Gabriel Lima, diretor da Enext, esse cenário de crescimento só traz oportunidades para os pequenos e médios empreendedores.

“Desde 2008, quando começamos a apoiar pequenos varejistas na empreitada de atuar no comércio eletrônico, várias oportunidades se consolidaram, os clientes se aprimoraram e os produtos e serviços também”.

Luiz Antônio Pinho de Almeida, da Confederação Nacional do Comércio (CNC), aponta a mesma tendência expansionista, citando dados do estudo WebShoppers, da e-bit, empresa especializada em estudos sobre comércio eletrônico. Somente no primeiro semestre do ano passado, a pesquisa apontou para um crescimento de 21% em relação ao mesmo período de 2011, com faturamento de R$ 10,2 bilhões. O levantamento, feito com 8 mil lojas, revelou que 5,6 milhões de pessoas fizeram a sua primeira compra virtual, elevando para 37,6 milhões o número de consumidores do e-commerce, 14,6 milhões a mais do que em 2010.

O economista alerta para a tendência de redução do tíquete médio, à medida em que novos segmentos, de renda mais baixa, são atraídos para o varejo virtual. O valor médio das transações – chamado de tíquete médio – foi R$ 350,00 por venda, apresentando uma pequena redução em relação aos R$ 370,00 verificados em 2011. A tendência, segundo os estudos, é que os tíquetes médios caiam mais, devido à entrada da classe C no mercado, pois esse segmento compara mais os preços antes de comprar. Estes consumidores buscam o menor preço e, no primeiro semestre de 2011, a classe C já representava 61% dos novos consumidores on-line.

Assim como o varejo tradicional é impulsionado por datas comemorativas, o varejo eletrônico segue a mesma tendência. O Dia das Mães e o Dia dos Namorados responderam por R$ 1,7 bilhão ou 16.6% do faturamento no período, que somou quase 30 milhões de pedidos.

Leia  a matéria completa aqui.

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