Usabilidade, até onde?

em out 02, 2013:por

Thales Batista

Designer formado pela ESPM e diretor de criação pela Über Digital, atualmente atua com projetos de design para e-commerce. No ramo desde 2012, trabalhou também com artes para e-mail marketing e banners na empresa Next Target.
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Ultimamente venho sendo muito abordado com algumas questões de usabilidade e interface, principalmente na questão de experiência do usuário. É bom ver que há esta preocupação com quem compra e como ele compra, principalmente na sua loja. Se você não sabe do que estou falando fique atento neste post (porque tem que ver isso ai meu caro).

Tenho me deparado bastante com lemas do que pode ou não ser feito em relação a design em lojas virtuais.

Até que ponto vale a pena quebrar as regras e fazer algo diferente?

Sem deixar de pensar no usuário final que irá navegar no seu e-commerce logicamente.

Bom, tenho algumas considerações sobre o assunto, a primeira delas é: não existem regras, o uso dessa palavra ao meu ver é errôneo, neste contexto. Reparem que não estou discordando da “regra em si” mas apenas de como é a abordagem sobre ela.

Podemos concordar em convenções de usabilidade. São convenções pois é certo que melhoram a navegabilidade do seu site e deixam o ambiente mais familiar. Por que estou dizendo isso?
Alguns significados de regra citam: Norma, preceito, princípio, método, máxima. Máxima? Como podemos ter uma máxima? Ainda mais em design e usabilidade.
Não quero me tornar repetitivo nesses posts, mas como poderemos inovar nessa condição?

Quebrar o paradigma de “regras de usabilidade” as vezes se faz necessário para podermos propor algo melhor.

Bom, estou falando muito mas não estou dizendo nada. Vamos a um exemplo prático então, página de produto. Em muitos sites a página de produto segue uma diagramação de certa forma similar, e não há nenhum problema nisso, essa esquematização é comumente usada pois sabem que funciona e dessa forma vende. Sem sustos, faz o básico que da certo.

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Mas podemos propor além do básico, experimentar, se adaptar. Dessa maneira o pensamento deixa de ser “como posso elaborar uma página de produto diferenciada?” e se torna “como posso desenvolver uma experiência de compra mais adequada?”.
O objetivo passa de venda para cuidado com o cliente, e a venda se torna resultado.

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Resolvi escrever sobre o assunto não apenas pela abordagem de tais questões, é um tema que esta sempre em pauta. Outro tópico seguindo a linha de usabilidade é a cor do call to action, que de certa forma é cercado pela lenda de ter que ser verde por inúmeros motivos (podemos citar o semáforo aqui). A imponência do botão fica a par do contraste em relação a página e não a sua cor. O que vai vender seu produto não é a cor de um botão, independente de ser verde por causa de siga, vermelho por paixão ou azul por esperança (pff). A interpretação da cor vai de acordo com a vivência do usuário, não por lógicas, regras ou convenções. Acredite em sua marca e na sua identidade.
Não me aprofundarei no assunto, mas segue um post sobre cores em call-to-action escrito pelo Felipe Coelho.

Logo no final deste post disponibilizarei outros artigos sobre o mesmo tema.

Agradeço a todos pela leitura e qualquer dúvida, sugestão, critica ou o que for, fique à vontade para vir tomar uma gelada aqui com a gente na Über.

Abraço.

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