Como o Marco Civil da internet interfere no e-commerce? | Next Ecommerce

Como o Marco Civil da internet interfere no e-commerce?

em mai 07, 2014:por

Felipe Martins

Felipe Martins possui mais de 10 anos de experiência com internet e é fundador e presidente da empresa Dotstore, especializada em desenvolvimento e assessoria na criação de lojas virtuais. Atendendo pequenas, médias e grandes empresas, atualmente conta com uma carteira de quase 1000 lojistas utilizando sua plataforma das mais diversas maneiras possíveis.
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Marco civil

Muito se tem falado, desde a última semana, sobre o Marco Civil da internet. Mas o que isso realmente significa e o que pode interferir no e-commerce nacional? Iremos te explicar agora!

O que é o Marco civil da internet? Trata-se de um documento que visa regulamentar o uso da internet no país, como uma Constituição. Em debate nacional há três anos, esse assunto retomou as manchetes brasileiras nos últimos dias devido a Conferência Nacional Sobre Governança na Internet, dia 23/04; o qual foi apresentado pela Presidente Dilma Roussef.

Aprovado pelo plenário do Senado Federal e sancionado pela Presidente, o Marco Civil da internet estabelece princípios, garantias, direitos e deveres para internautas e provedores. No conteúdo do projeto destacam-se os temas: neutralidade da rede, retirada de conteúdo, fim do marketing dirigido e sigilo e privacidade.

O que tudo isso interfere em minha loja virtual? Os grandes afetados por esta constituição são os usuários da rede, as operadoras de telefonia e os sites de conteúdo que precisarão adaptar-se quanto à privacidade, dados pessoais, armazenamento de dados, vigilância na web, conteúdo ilegal, etc.

Para o e-commerce, a mudança gira em torno do aspecto ‘fim do marketing dirigido’ ou remarketing. Isso porque a garantia de privacidade e o sigilo de informações proíbem o monitoramento, a filtragem, a análise e a fiscalização de qualquer conteúdo, ou seja, nada de informações para alcançar o cliente que saiu da loja sem comprar nada.

Diante dessa nova realidade, outras oportunidades de alcance e resgate de consumidores devem ser trabalhadas para que as negociações virtuais sejam mantidas em expansão. Destaca-se, nesta situação, o marketing realizado a partir da aceitação e do consentimento do próprio consumidor em ser ‘abordado’ e direcionado a um ambiente de compra virtual.

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