Mitos e verdades sobre o mercado de afiliados

em ago 27, 2015:por

Rodrigo Genoveze

Formado nos Estados Unidos, em Relações Internacionais e administração de empresa e voltou ao Brasil em 2011, após 10 anos trabalhando no mercado digital na Europa. Ele trabalhava como diretor comercial na zanox da Espanha quando a empresa tomou a decisão de abrir escritórios no Brasil.
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Com expectativa de movimentar mais de US$ 4,5 bilhões até 2016, segundo estudo elaborado pela Forrester Consulting e de representar 30% do bolo publicitário em mercados como Reino Unido, segundo a IAB, o mercado de afiliação ainda é relativamente novo no País e, na Europa, principal referência do setor e onde surgiram as primeiras agências, existe há cerca de 20 anos. Atuar em uma área ainda recente traz diversos desafios, entre eles, o de transmitir corretamente a empresas e profissionais os reais processos e a importância deste novo segmento.

Como tudo que é novo gera dúvidas e demanda tempo de amadurecimento, o mercado de afiliados tem crescido, mas ainda há muitos “mitos” em torno desse assunto. Para conhecer um pouco melhor essa promissora área, pesquise bastante e atente-se ao que dizem as principais plataformas para não se perder em torno de tantas informações que acabam gerando algumas inverdades sobre o assunto:

Mito 1: Afiliados são apenas blogueiros
Este é o erro mais comum de quem pensa em mercado de afiliação. Afiliados são todas as pessoas que desejam representar sua marca no universo online e que ajudem a direcionar tráfego ao seu site. Dentre as várias possibilidades, uma das mais comuns é montar um site de cupons de desconto, em que você fica com uma comissão de tudo o que é vendido a partir do seu portal. Outra maneira bastante rentável de ser um afiliado é disponibilizar mailings para o envio de newsletters de varejo e ser comissionado pelas vendas que gerar.

Mito 2: Afiliação traz conflitos com campanhas de SEM
É considerado uma boa prática entre as redes de afiliação, que seja documentado contratualmente quando um cliente solicita afiliados que trabalham campanhas de search. Só assim, uma rede está autorizada a usar essa vertical para converter melhor. Caso não haja um pedido claro da marca, é política das redes de afiliação, que seus afiliados ssejam banidos caso comprem alguma palavra-chave referente ou com o nome da marca do anunciante.

Mito 3: Ter afiliados significa gastar mais para vender seus produtos e serviços
A maioria dos afiliados trabalha por CPA, custo por ação. Isso significa que os afiliados só são remunerados se ajudarem você a realizar uma venda de fato, ou seja, são comissionados com uma porcentagem do valor da transação. No caso das campanhas de cadastro, os afiliados ajudam a impulsioná-las e eles são remunerados pelos dados que lhe geram. Portanto, é justamente o contrário: ter afiliados significa vender e faturar muito mais.

Mito 4: Redes de afiliação acabam com os profissionais de mídia
O que acontece, na verdade, é que os profissionais de mídia podem recorrer ao trabalho de qualidade das agências de afiliação para encontrar exatamente o target online das campanhas publicitárias. A realidade é um trabalho conjunto, transparente e otimizado em relação ao tradicional e já existem diversos cases de parcerias de sucesso entre as agências de afiliação e de publicidade. Essas parcerias podem ser selecionadas e principalmente, com o foco no CPA.

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