Vendas no e-commerce brasileiro dobrarão em 5 anos

em jan 23, 2015:por

Redação Next Ecommerce

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A América Latina se permanece forte no radar dos líderes do e-commerce que buscam globalizar suas marcas – Ao mesmo tempo, os players locais estão se contorcendo para conseguir ofertar produtos e soluções que consigam competir com o alto crescimento de multinacionais na região. Quais as tendências que irão alavancar o e-commerce e quão grande será o mercado em 5 anos? A mais nova previsão da Forrester endereça ambos os conceitos nos 3 maiores mercados: Brasil, México e Argentina.

Os jovens estão ditando as vendas pela região: Os mercados latino-americanos ‘ostentam’ não somente a classe média emergente, mas também uma população jovem e imersa no mundo digital. Enquanto a idade média nos EUA chega a 38 anos, tanto no Brasil quanto na Argentina, esse número não ultrapassa 31, e no México é apenas 27. Essa população jovem estão acelerando a curva para as compras online e abraçando os dispositivos móveis como os países desenvolvidos. Contudo, os líderes de mercado que olham ansiosamente para esses mercados devem sempre manter no pensamento que o mobile commerce está somente engatinhando – não representa nem de perto as vendas que vemos em alguns mercados asiáticos.

Os países se encontram em diferentes estágios: Nós geralmente tentamos acabar com o mito de que o tamanho do mercado do e-commerce é relativo ao PIB de um país, na América Latina a dinâmica é muito presente. O mercado brasileiro, por exemplo, possui um e-commerce altamente desproporcional em relação ao México: Movimentando US$18bi em ecommerce B2B e C2C em 2014, uma cifra 6x maior do que o e-commerce mexicano, contudo a economia brasileira não chega nem a 2x a do tamanho da do México.

As marcas estão tratando a América Latina como prioridade: O ano passado trouxe a esse mercado uma série de multinacionais, no México por exemplo, chamou a atenção de alguns varejistas americanos: Tanto a Lowe’s quanto a Home Depot lançaram uma loja no país, enquanto a Williams-Sonoma desenvolveu uma parceria com a local Liverpool para entrar no mercado. No Brasil também houve grandes investidas no âmbito digital, com marcas como a Nikon e a Quiksilver lançando suas lojas virtuais. Nos próximos 5 anos, muitas outras marcas irão priorizar a região fazendo com que as vendas nesses três mercados dobrem, chegando à US$55 bi em 2019.

O mercado vem com muitos desafios: Apesar da atenção do mundo estar na América Latina, algumas marcas ainda sofrem para tentar entrar na região. Um exemplo recente foi o da Nintendo que cessou as operações no Brasil devido a “desafios no ambiente de negócios local”. As restrições de importação na Argentina resultaram na queda brusca do país na lista de mercados alvos para multi-nacionais. Os grandes interessados no mercado de comércio eletrônico latino americano devem ir com seus olhos bem abertos e preparados para a enxurrada de desafios que esperarão os executivos nos mercados emergentes.

ARTIGO TRADUZIDO DA FORRESTER

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